23h 30min.
É como se fosse uma nova chance. Viradas de ano não acontecem todo dia. Era natural que eu estivesse altamente ansiosa, cheia de entusiasmo e expectativas, boas vibrações sobre todos os maravilhosos acontecimentos que ocorrerão nesse novo ano, sobre todos os projetos importantes que poderei concluir com êxito.
Hesito.
E se, derrepente, 2009 for um ano de derrotas frustrantes onde surpresas nada agradáveis estarão me esperando? “Meu Deus!”, pensei, “e se eu não estiver preparada?” É claro que eu não cumpri todas as minhas metas para2008, e essas metas não cumpridas terão que ser adicionadas às metas de 2009, que já são muitas. Ou, seja, terei uma sobrecarga de metas!!!
Pensei sobre isso durante um bom tempo, com o coração desconsolado e a respiração receosa, imersa em uma densa atmosfera de pessimismo. E o pior: em coro, começou-se a contagem regressiva para a virada de ano! Logo, logo eu seria obrigada a entrar no ano de 2009 sem saber se estou preparadapara tal e, claro, sem ter tempo para me preparar.
Cansada, sonolenta e aproveitando um lapso de redenção, fiz o que toda pessoa faz ao se deparar com uma questão sem solução: entreguei a Deus. Seja o que Deus quiser em 2009.
02 de janeiro de 2009Decidi usar meu tempo relativamente vago para escrever com certa regularidade nesse blog. Identificado o motivo da criação, resta identificar os temas que abordarei e o publico alvo.
Pretendo comentar sobre qualquer coisa que me venha à cabeça durante a montagem dos textos, de modo que o leitor do meu blog estará sujeito aos mais diversos assuntos, que vão desde a minha vida pessoal até a vida pessoal de Nambaryn Enkhbayar, presidente da Mongólia.
Para quem escrevo? Bem, escrevo aos meus amigos, e o termo “amigos”, nesse caso, entende-se por qualquer pessoa que se interesse em ler o que escrevo. Desse modo, escrevo pra você.
Teremos um longo percurso pela frente, minha querida multidão de leitores (*ironia*).
Então é isso.
Leitura indicada:
O livro está caindo como uma massagem nas costas do meu espírito brasileiro, ao mesmo tempo em que me deixa feliz e relaxada com a exuberância multifacetada da nossa nação, dói quando os pontos mais tensos são tocados, como a pobreza, o preconceito, a falta de valorização do que é nosso, entre outros.
Para quem se interessar, eis os dados do livro formalmente detalhados como nos foi traumatizado, digo, ensinado nas aulas de conhecimento e método:
ROHTER, Larry. Deu no New York Times: O Brasil segundo a ótica de um repórter do jornal mais influente do mundo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008.

Como sempre uma boa relatora, muito bom blog.
ResponderExcluirvaleu Dizza continue nos informando..
bjãoo